"[...]
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
[...]"
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Encontro dos servos RCC em Umuarama 25/07/2010
No dia 25 de Julho de 2010 estivemos no encontro regional dos servos da Renovação Carismática Católica que aconteceu no Santuário do Jardim Panorama em Umuarama.
A importância das Novas Comunidades na Igreja
A importância das Novas Comunidades na Igreja
Nelas, Jesus é amado, servido e adorado verdadeiramente
A fim de apresentar e discutir as ações dos movimentos eclesiais na Igreja, a Canção Nova realiza – de 18 a 20 de setembro – o Encontro das Novas Comunidades. Mas, afinal, você sabe qual é a importância dessas obras de evangelização? Confira, neste artigo do professor Felipe Aquino, qual é a função delas no Catolicismo.
"O Papa João Paulo II pediu à Igreja uma 'Nova Evangelização', com 'novo ardor, novos métodos e nova expressão'. Certamente, o Sumo Pontífice sentiu no coração essa inspiração de Deus em face dos grandes desafios da Igreja no século XXI: um laicismo agressivo contra a Igreja Católica, a presença das seitas que retiram os filhos de Deus dessa instituição; a aprovação e propaganda de muitas práticas ofensivas a Deus, como o aborto, a eutanásia, a manipulação de embriões humanos, a prática homossexual, entre outros, as quais o nosso querido Papa Bento XVI chama de 'ditadura do relativismo', que quer nos fazer crer que a verdade não existe e que cada um faz a sua.
Creio que essa Nova Evangelização está acontecendo com as Novas Comunidades. Nota-se aí a 'nova expressão' de vida cristã pedida pelo Santo Padre. Aí está um 'novo ardor' no fogo do Espírito Santo; e 'novos métodos' de evangelizar, sobretudo, pelos meios de comunicação. A Igreja já não está mais andando de carroça no asfalto.
O Espírito Santo, que é alma da Igreja, sempre a socorre especialmente nos momentos mais difíceis de sua história. Nos tempos modernos, Ele suscitou – a partir do Concílio Vaticano II – uma 'Primavera na Igreja', como declarou João Paulo II. As flores e os frutos dessa Primavera podem ser vistos, sobretudo, nos Novos Movimentos e nas Novas Comunidades de Vida e de Aliança, envolvendo especialmente os jovens, que deixam tudo, os prazeres do mundo, a família, para servir a Deus unicamente.
Assim, é notório e inegável que uma das grandes obras que o Espírito Santo tem feito na Igreja, nos últimos quarenta anos, como um fruto, sobretudo da Renovação Carismática Católica [RCC], são as Novas Comunidades de leigos e consagrados, que se multiplicam a cada dia. Só no Brasil já são centenas dessas comunidades; algumas de vida; outras de aliança; e muitas com as duas opções.
Elas são como que 'um rosto novo da Igreja' que surge; fiel às suas origens. Sou testemunha de que elas resgatam a vivência do Cristianismo puro, observando toda a riqueza da nossa fé católica. A reza do Rosário foi resgatada – prática antes tão abandonada – e é para as Novas Comunidades alimento espiritual diário indispensável. Da mesma forma, a Santíssima Virgem Maria é venerada com todas as honras a que tem direito como Mãe de Deus. E o povo voltou a rezar o Terço, a Ladainha Lauretana, o Ofício da Imaculada, a fazer peregrinações aos santuários marianos…
Nelas [Novas Comunidades], Nosso Senhor Jesus Cristo é amado, servido e adorado verdadeiramente como Senhor e Salvador. O que importa é que o Seu Reino seja implantado na terra pela evangelização; missão primeira dessas Comunidades. Os jovens são evangelizados com ardor e parresia, a castidade lhes é apresentada como uma fonte de vida; os casais são chamados a viver a fidelidade a Deus e ao cônjuge, entre outros.
Os Sacramentos são vividos com toda a intensidade e plenitude; sobretudo, a Confissão e a Eucaristia são amadas e desejadas. A bênção do Santíssimo Sacramento – tão abandonada antes – agora é celebrada com alegria, fé e profundidade. A adoração do Santíssimo, como tem pedido Sua Santidade, já há muito é realizada nas Novas Comunidades, especialmente pela realização do "Cerco de Jericó", por meio do qual o Senhor Eucarístico é adorado por sete dias e sete noites ininterruptas.
Os carismas de serviço são os mais variados em cada uma delas: algumas se dedicam a recuperar jovens drogados e viciados no álcool; outras se dedicam aos mendigos e abandonados; outras se dedicam à evangelização pelos meios de comunicação, e muitas coisas mais. Nas Comunidades Novas a hierarquia da Igreja é amada; a sua necessidade é entendida; e trabalha-se em comunhão com ela. E isso é fundamental, pois assim, evita-se o perigo de ser formar "igrejas paralelas" ou independentes da única Igreja que Cristo instituiu.
Assim como na unidade dos membros de uma Comunidade está a força desta, assim também na unidade das Novas Comunidades entre si estará a força da Igreja. Cada Comunidade tem que se sentir irmã das demais e responsável por cada uma delas. Não pode haver rivalidade e competição entre elas; ao contrário, é preciso haver amor e auxílio mútuo.
O carisma e o serviço próprio de cada uma devem estar sempre à disposição das outras para que todas se edifiquem e juntas construam o Reino do Senhor na terra. Não pode haver a menor concorrência entre uma Comunidade e outra, pois isso seria a negação da caridade e do serviço ao Reino.
Para se enfrentar o secularismo avassalador de nossos dias, as Comunidades são imprescindíveis, mas para isso precisam ser fortes; e essa força depende muito da comunhão entre elas. Os seus líderes e coordenadores precisam se conhecer de perto, partilhar seus problemas, ajudarem-se reciprocamente: tudo para a edificação do Reino de Deus.
Praticamente não há hoje uma diocese no Brasil e no mundo que não se beneficie do bom trabalho dessas Comunidades de Vida e de Aliança, que a serviço da evangelização estão aí presentes. Com isso, multiplicam-se as rádios católicas, jornais, revistas, retiros, acampamentos, shows, aprofundamentos, trazendo o povo de Deus de volta para a Igreja. As Comunidades e os movimentos eclesiais estão ajudando a Igreja a devolver Deus para aqueles que estavam perdidos".
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor FelipeSite do autor: www.cleofas.com.br
26/07/2010 - 08h00
Nelas, Jesus é amado, servido e adorado verdadeiramente
A fim de apresentar e discutir as ações dos movimentos eclesiais na Igreja, a Canção Nova realiza – de 18 a 20 de setembro – o Encontro das Novas Comunidades. Mas, afinal, você sabe qual é a importância dessas obras de evangelização? Confira, neste artigo do professor Felipe Aquino, qual é a função delas no Catolicismo.
"O Papa João Paulo II pediu à Igreja uma 'Nova Evangelização', com 'novo ardor, novos métodos e nova expressão'. Certamente, o Sumo Pontífice sentiu no coração essa inspiração de Deus em face dos grandes desafios da Igreja no século XXI: um laicismo agressivo contra a Igreja Católica, a presença das seitas que retiram os filhos de Deus dessa instituição; a aprovação e propaganda de muitas práticas ofensivas a Deus, como o aborto, a eutanásia, a manipulação de embriões humanos, a prática homossexual, entre outros, as quais o nosso querido Papa Bento XVI chama de 'ditadura do relativismo', que quer nos fazer crer que a verdade não existe e que cada um faz a sua.
Creio que essa Nova Evangelização está acontecendo com as Novas Comunidades. Nota-se aí a 'nova expressão' de vida cristã pedida pelo Santo Padre. Aí está um 'novo ardor' no fogo do Espírito Santo; e 'novos métodos' de evangelizar, sobretudo, pelos meios de comunicação. A Igreja já não está mais andando de carroça no asfalto.
O Espírito Santo, que é alma da Igreja, sempre a socorre especialmente nos momentos mais difíceis de sua história. Nos tempos modernos, Ele suscitou – a partir do Concílio Vaticano II – uma 'Primavera na Igreja', como declarou João Paulo II. As flores e os frutos dessa Primavera podem ser vistos, sobretudo, nos Novos Movimentos e nas Novas Comunidades de Vida e de Aliança, envolvendo especialmente os jovens, que deixam tudo, os prazeres do mundo, a família, para servir a Deus unicamente.
Assim, é notório e inegável que uma das grandes obras que o Espírito Santo tem feito na Igreja, nos últimos quarenta anos, como um fruto, sobretudo da Renovação Carismática Católica [RCC], são as Novas Comunidades de leigos e consagrados, que se multiplicam a cada dia. Só no Brasil já são centenas dessas comunidades; algumas de vida; outras de aliança; e muitas com as duas opções.
Elas são como que 'um rosto novo da Igreja' que surge; fiel às suas origens. Sou testemunha de que elas resgatam a vivência do Cristianismo puro, observando toda a riqueza da nossa fé católica. A reza do Rosário foi resgatada – prática antes tão abandonada – e é para as Novas Comunidades alimento espiritual diário indispensável. Da mesma forma, a Santíssima Virgem Maria é venerada com todas as honras a que tem direito como Mãe de Deus. E o povo voltou a rezar o Terço, a Ladainha Lauretana, o Ofício da Imaculada, a fazer peregrinações aos santuários marianos…
Nelas [Novas Comunidades], Nosso Senhor Jesus Cristo é amado, servido e adorado verdadeiramente como Senhor e Salvador. O que importa é que o Seu Reino seja implantado na terra pela evangelização; missão primeira dessas Comunidades. Os jovens são evangelizados com ardor e parresia, a castidade lhes é apresentada como uma fonte de vida; os casais são chamados a viver a fidelidade a Deus e ao cônjuge, entre outros.
Os Sacramentos são vividos com toda a intensidade e plenitude; sobretudo, a Confissão e a Eucaristia são amadas e desejadas. A bênção do Santíssimo Sacramento – tão abandonada antes – agora é celebrada com alegria, fé e profundidade. A adoração do Santíssimo, como tem pedido Sua Santidade, já há muito é realizada nas Novas Comunidades, especialmente pela realização do "Cerco de Jericó", por meio do qual o Senhor Eucarístico é adorado por sete dias e sete noites ininterruptas.
Os carismas de serviço são os mais variados em cada uma delas: algumas se dedicam a recuperar jovens drogados e viciados no álcool; outras se dedicam aos mendigos e abandonados; outras se dedicam à evangelização pelos meios de comunicação, e muitas coisas mais. Nas Comunidades Novas a hierarquia da Igreja é amada; a sua necessidade é entendida; e trabalha-se em comunhão com ela. E isso é fundamental, pois assim, evita-se o perigo de ser formar "igrejas paralelas" ou independentes da única Igreja que Cristo instituiu.
Assim como na unidade dos membros de uma Comunidade está a força desta, assim também na unidade das Novas Comunidades entre si estará a força da Igreja. Cada Comunidade tem que se sentir irmã das demais e responsável por cada uma delas. Não pode haver rivalidade e competição entre elas; ao contrário, é preciso haver amor e auxílio mútuo.
O carisma e o serviço próprio de cada uma devem estar sempre à disposição das outras para que todas se edifiquem e juntas construam o Reino do Senhor na terra. Não pode haver a menor concorrência entre uma Comunidade e outra, pois isso seria a negação da caridade e do serviço ao Reino.
Para se enfrentar o secularismo avassalador de nossos dias, as Comunidades são imprescindíveis, mas para isso precisam ser fortes; e essa força depende muito da comunhão entre elas. Os seus líderes e coordenadores precisam se conhecer de perto, partilhar seus problemas, ajudarem-se reciprocamente: tudo para a edificação do Reino de Deus.
Praticamente não há hoje uma diocese no Brasil e no mundo que não se beneficie do bom trabalho dessas Comunidades de Vida e de Aliança, que a serviço da evangelização estão aí presentes. Com isso, multiplicam-se as rádios católicas, jornais, revistas, retiros, acampamentos, shows, aprofundamentos, trazendo o povo de Deus de volta para a Igreja. As Comunidades e os movimentos eclesiais estão ajudando a Igreja a devolver Deus para aqueles que estavam perdidos".
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor FelipeSite do autor: www.cleofas.com.br
26/07/2010 - 08h00
terça-feira, 6 de julho de 2010
2ª Etapa na Formação de Novos Ministros
05/07/10
2ª Etapa na Formação de Novos Ministros
Estiveram reunidos no Centro Diocesano de Formação (CDF 01), durante o dia de ontem (04), 140 candidatos a Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística (MECEs) e Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística e da Palavra das 41 paróquias da Diocese de Umuarama. Foram tratados temas como: visita aos doentes, alfaias e teologia da missa. A próxima etapa que será a ultima, acontecerá nos dias 25 e 26 de setembro de 2010.
Fonte: Assessoria de Imprensa
2ª Etapa na Formação de Novos Ministros
Estiveram reunidos no Centro Diocesano de Formação (CDF 01), durante o dia de ontem (04), 140 candidatos a Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística (MECEs) e Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística e da Palavra das 41 paróquias da Diocese de Umuarama. Foram tratados temas como: visita aos doentes, alfaias e teologia da missa. A próxima etapa que será a ultima, acontecerá nos dias 25 e 26 de setembro de 2010.
Fonte: Assessoria de Imprensa
1ª Etapa da formação de novos MECEs e MECEPs
09/06/10
1ª Etapa da formação de novos MECEs e MECEPs
No último domingo (06), a coordenação diocesana da Pastoral dos Ministros Extraordinários da Eucaristia (MECEs) e Ministros Extraordinários da Eucaristia e da Palavra (MECEPs) realizou a 1ª etapa da formação de novos ministros, na Paróquia São Francisco de Assis, em Umuarama. A etapa contou com a participação de 136 candidatos, e foram assessorados pela psicóloga, Eliana Fogaça; e o Pe. Wilson Alexandre Pintenho. A segunda etapa acontecerá no dia 04 de julho, no CDF 01.
Texto: Renato
Foto: João Paulo Topan Junqueira
Fonte: Assessoria de Imprensa
1ª Etapa da formação de novos MECEs e MECEPs
No último domingo (06), a coordenação diocesana da Pastoral dos Ministros Extraordinários da Eucaristia (MECEs) e Ministros Extraordinários da Eucaristia e da Palavra (MECEPs) realizou a 1ª etapa da formação de novos ministros, na Paróquia São Francisco de Assis, em Umuarama. A etapa contou com a participação de 136 candidatos, e foram assessorados pela psicóloga, Eliana Fogaça; e o Pe. Wilson Alexandre Pintenho. A segunda etapa acontecerá no dia 04 de julho, no CDF 01.
Texto: Renato
Foto: João Paulo Topan Junqueira
Fonte: Assessoria de Imprensa
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Postagem 14-06-10
Espiritualidade, empresas e pessoas
Patrícia Bispo
Quando o assunto espiritualidade surge no mundo organizacional, muitos gestores ainda acrediram que esse tema esteja relacionado diretamente a práticas religiosas e que, caso o estimulem, poderão surgir sérios conflitos no ambiente de trabalho. No entanto, a prática da espiritualidade nas empresas assume um papel diferenciado: estimular a harmonia entre as pessoas. Para falar sobre o assunto, o RH.com.br conversou com o consultor e escritor Cesar Romão, que tem se destacado por desenvolver um trabalho voltado para o desenvolvimento humano, onde defende que as empresas e as pessoas não devem ser vistas apenas como fonte de lucro. Em uma de suas obras "Sonhando e Realizando", ele apresenta uma visão futurista de conceitos empresariais. Confira!
RH - Existe um conceito para espiritualidade no ambiente de trabalho?
Cesar Romão - Espiritualidade no ambiente de trabalho consiste num processo de aprendizado constante mediante as adversidades e as diferenças entre as pessoas, assim como sempre visa o benefício de todos os envolvidos no processo organizacional. Não é a lei do ganha, é a lei do dividir para somar.
RH - A espiritualidade no trabalho está relacionada à religião?
Romão - Esta é uma confusão e tanto que se faz no mercado. Muitas empresas não executam processos de espiritualidade pelo fato de acharem que estarão cultuando uma religião na organização e isso poderá criar desavenças. Religião é nossa a escolha, é a aproximação com o Deus que escolhemos dentro de nossa formação e crença. A espiritualidade é nossa conduta no caminho do bem e da prosperidade com ética, auxiliando-se uns aos outros independente de sua crença. A causa é mais valiosa, o relacionamento harmônico é o caminho.
RH - Quem poderia ser considerada uma pessoa espiritualista?
Romão - Seria aquela pessoa que não toma decisões por impulso, mas que confia em sua equipe. Não faz julgamentos, não procura quem cometeu o erro, trata de consertar logo a situação, torce pelo sucesso das pessoas, é uma barreira dizimadora de notícias ruins, confia em seus instintos e na sua própria intuição.
RH - Que contibuições as pessoas espiritualistas trazem para o ambiente organizacional?
Romão - Elas trazem principalmente a harmonia. Hoje o ambiente organizacional é repleto de disputas, de corridas pela vaidade e pelo reconhecimento. Basta apenas se entrar num conjunto de "baias" dos executivos de uma empresa e logo se pode sentir o nervosismo do andamento de trabalho. O medo parece tomar conta das pessoas. A harmonia é o principal benefício que essas pessoas trazem, pois com harmonia consegue-se transformar esforço em resultado positivo.
RH - De que forma as empresas podem estimular a espiritualidade entre os colaboradores?
Romão - Infelizmente, ainda existe uma resistência grande em relação à espiritualidade no ambiente organizacional. No entanto, quando as empresas vivenciam uma experiência como essa, não mais desistem dela. A espiritualidade torna-se parte dos planos estratégicos. Dar liberdade de expressão para idéias e pensamentos, ou mesmo ter muito respeito até pelos erros, é uma boa forma de estimular a espiritualidade. O Exército Brasileiro tem um processo muito interessante com seus oficiais. Ali não há discriminação de qualquer religião, todos estão lá em função de uma causa, nossa bandeira e nossa pátria. Assim deve ser nas organizações, a causa tem de ser maior do que as diferenças.
RH - Esses processos são difíceis de serem implantados?
Romão - A visão tem que partir do alto da pirâmide organizacional e fincar alicerces nas bases envolvidas. É uma questão da aceitação da cultura, como toda organização é movida por resultados, quando esse processo resultar em benefícios, tudo tem mais chance de obter uma boa aceitação.
RH - Qual seria o papel do profissional de RH nesse contexto?
Romão - O profissional de RH tem que estar preparado com o máximo de informações possíveis sobre espiritualidade no trabalho, assim como acreditar no projeto e não apenas implantá-lo como uma nova maneira de tentar justificar verbas de treinamento ou de oferecer lucro aos acionistas. O principal é: o RH tem de dar o exemplo. A palavra convence, mas somente o exemplo arrasta e, assim, pessoas são tocadas pelos exemplos e adquirem mais respeito por ações que são justificadas.
RH - Existe alguma relação entre espiritualidade e motivação?
Romão - A espiritualidade é um processo de transformação íntima em nossas emoções, em nossa maneira de ser, de pensar e de agir dentro da ética e do bem, pois só o bem sempre encontra um caminho. Motivação é um sentimento confiante que podemos criar nas pessoas por um determinado tempo com a finalidade de conduzi-las a realizar objetivos e metas. Ninguém consegue ficar motivado durante muito tempo, pois motivação precisa de manutenção. Porém, a espiritualidade pode ser um processo para ser aplicado na sua existência em horas boas e nas adversidades.
RH - As empresas estão sabendo valorizar a espiritualidade?
Romão - Ainda não, pois muitos paradoxos ainda precisam ser vencidos. Imagine que quando faço palestra sobre espiritualidade nas empresas, antes da palestra começar, muitas pessoas vêm ao pé do palco perguntar se sou um pastor. É importante iniciar um movimento de informação sobre o assunto, pautas de discusão, divulgação de exemplos em ação sobre o assunto. É necessário despertar a consciência das pessoas sobre a possibilidade de se vencer sem uma disputa interna, alertar que para no pódio somente existe o primeiro lugar, mas um pódio onde todos cabem no primeiro lugar. Veja, por exemplo, as empresas que valorizam o funcionario do mês. Pergunto: será que só ele foi legal no mês? E os outros? Não pode haver um funcionário do mês, tem de haver uma equipe ou um time do mês, mas um time onde todos possam jogar e ganhar.
"Os loucos constroem castelos no ar. Os paranóicos moram dentro dele. Os psicólogos cobram o aluguel."
"Foi ao oferecer descontos a quem apresentasse novos clientes, que o psicólogo faliu: Todos passaram a apresentar dupla personalidade." - Irapuan Martinez
"Psicólogo: aquele que olha para os outros homens quando uma mulher de mini saia entra na sala."
Patrícia Bispo
Quando o assunto espiritualidade surge no mundo organizacional, muitos gestores ainda acrediram que esse tema esteja relacionado diretamente a práticas religiosas e que, caso o estimulem, poderão surgir sérios conflitos no ambiente de trabalho. No entanto, a prática da espiritualidade nas empresas assume um papel diferenciado: estimular a harmonia entre as pessoas. Para falar sobre o assunto, o RH.com.br conversou com o consultor e escritor Cesar Romão, que tem se destacado por desenvolver um trabalho voltado para o desenvolvimento humano, onde defende que as empresas e as pessoas não devem ser vistas apenas como fonte de lucro. Em uma de suas obras "Sonhando e Realizando", ele apresenta uma visão futurista de conceitos empresariais. Confira!
RH - Existe um conceito para espiritualidade no ambiente de trabalho?
Cesar Romão - Espiritualidade no ambiente de trabalho consiste num processo de aprendizado constante mediante as adversidades e as diferenças entre as pessoas, assim como sempre visa o benefício de todos os envolvidos no processo organizacional. Não é a lei do ganha, é a lei do dividir para somar.
RH - A espiritualidade no trabalho está relacionada à religião?
Romão - Esta é uma confusão e tanto que se faz no mercado. Muitas empresas não executam processos de espiritualidade pelo fato de acharem que estarão cultuando uma religião na organização e isso poderá criar desavenças. Religião é nossa a escolha, é a aproximação com o Deus que escolhemos dentro de nossa formação e crença. A espiritualidade é nossa conduta no caminho do bem e da prosperidade com ética, auxiliando-se uns aos outros independente de sua crença. A causa é mais valiosa, o relacionamento harmônico é o caminho.
RH - Quem poderia ser considerada uma pessoa espiritualista?
Romão - Seria aquela pessoa que não toma decisões por impulso, mas que confia em sua equipe. Não faz julgamentos, não procura quem cometeu o erro, trata de consertar logo a situação, torce pelo sucesso das pessoas, é uma barreira dizimadora de notícias ruins, confia em seus instintos e na sua própria intuição.
RH - Que contibuições as pessoas espiritualistas trazem para o ambiente organizacional?
Romão - Elas trazem principalmente a harmonia. Hoje o ambiente organizacional é repleto de disputas, de corridas pela vaidade e pelo reconhecimento. Basta apenas se entrar num conjunto de "baias" dos executivos de uma empresa e logo se pode sentir o nervosismo do andamento de trabalho. O medo parece tomar conta das pessoas. A harmonia é o principal benefício que essas pessoas trazem, pois com harmonia consegue-se transformar esforço em resultado positivo.
RH - De que forma as empresas podem estimular a espiritualidade entre os colaboradores?
Romão - Infelizmente, ainda existe uma resistência grande em relação à espiritualidade no ambiente organizacional. No entanto, quando as empresas vivenciam uma experiência como essa, não mais desistem dela. A espiritualidade torna-se parte dos planos estratégicos. Dar liberdade de expressão para idéias e pensamentos, ou mesmo ter muito respeito até pelos erros, é uma boa forma de estimular a espiritualidade. O Exército Brasileiro tem um processo muito interessante com seus oficiais. Ali não há discriminação de qualquer religião, todos estão lá em função de uma causa, nossa bandeira e nossa pátria. Assim deve ser nas organizações, a causa tem de ser maior do que as diferenças.
RH - Esses processos são difíceis de serem implantados?
Romão - A visão tem que partir do alto da pirâmide organizacional e fincar alicerces nas bases envolvidas. É uma questão da aceitação da cultura, como toda organização é movida por resultados, quando esse processo resultar em benefícios, tudo tem mais chance de obter uma boa aceitação.
RH - Qual seria o papel do profissional de RH nesse contexto?
Romão - O profissional de RH tem que estar preparado com o máximo de informações possíveis sobre espiritualidade no trabalho, assim como acreditar no projeto e não apenas implantá-lo como uma nova maneira de tentar justificar verbas de treinamento ou de oferecer lucro aos acionistas. O principal é: o RH tem de dar o exemplo. A palavra convence, mas somente o exemplo arrasta e, assim, pessoas são tocadas pelos exemplos e adquirem mais respeito por ações que são justificadas.
RH - Existe alguma relação entre espiritualidade e motivação?
Romão - A espiritualidade é um processo de transformação íntima em nossas emoções, em nossa maneira de ser, de pensar e de agir dentro da ética e do bem, pois só o bem sempre encontra um caminho. Motivação é um sentimento confiante que podemos criar nas pessoas por um determinado tempo com a finalidade de conduzi-las a realizar objetivos e metas. Ninguém consegue ficar motivado durante muito tempo, pois motivação precisa de manutenção. Porém, a espiritualidade pode ser um processo para ser aplicado na sua existência em horas boas e nas adversidades.
RH - As empresas estão sabendo valorizar a espiritualidade?
Romão - Ainda não, pois muitos paradoxos ainda precisam ser vencidos. Imagine que quando faço palestra sobre espiritualidade nas empresas, antes da palestra começar, muitas pessoas vêm ao pé do palco perguntar se sou um pastor. É importante iniciar um movimento de informação sobre o assunto, pautas de discusão, divulgação de exemplos em ação sobre o assunto. É necessário despertar a consciência das pessoas sobre a possibilidade de se vencer sem uma disputa interna, alertar que para no pódio somente existe o primeiro lugar, mas um pódio onde todos cabem no primeiro lugar. Veja, por exemplo, as empresas que valorizam o funcionario do mês. Pergunto: será que só ele foi legal no mês? E os outros? Não pode haver um funcionário do mês, tem de haver uma equipe ou um time do mês, mas um time onde todos possam jogar e ganhar.
"Os loucos constroem castelos no ar. Os paranóicos moram dentro dele. Os psicólogos cobram o aluguel."
"Foi ao oferecer descontos a quem apresentasse novos clientes, que o psicólogo faliu: Todos passaram a apresentar dupla personalidade." - Irapuan Martinez
"Psicólogo: aquele que olha para os outros homens quando uma mulher de mini saia entra na sala."
quarta-feira, 2 de junho de 2010
PAI QUE LEVA SEU FILHO PARA A IGREJA, NÃO VAI BUSCÁ-LO NA CADEIA
PAI QUE LEVA SEU FILHO PARA A IGREJA, NÃO VAI BUSCÁ-LO NA CADEIA
1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.
2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.
4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.
5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.
6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.
7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.
9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.
10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.
11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.
12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.
13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.
14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.
15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.
18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).
19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.
21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.
22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype (msn), pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype (msn), é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.
23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.
24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.
26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.
Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/08
1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.
2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.
4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.
5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.
6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.
7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.
9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.
10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.
11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.
12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.
13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.
14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.
15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.
18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).
19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.
21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.
22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype (msn), pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype (msn), é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.
23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.
24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.
26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.
Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/08
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